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Mobilize: Pensando cidades para idosos







Data:

19/02/2016

Fonte:

Mobilize

Fonte da imagem:

Recorte digital de mobilize.org.br

TAGs:

infraestrutura, idosos, OMS, saúde, caminhabilidade

Editoria:

Desenvolvimento Urbano


Atualização: 19/02/2016



 

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Estima-se que em 2025 o Brasil terá a sexta maior população de idosos do mundo. E devemos levar em conta essa projeção para repensar nossas cidades, considerando o processo de envelhecimento como fator que leva a perda da capacidade de adaptação do indivíduo ao seu ambiente. Como já sabemos, o declínio da função da pessoa idosa tende aumentar com o tempo. Como nossas cidades podem, então, incentivar as pessoas a permanecerem independentes e ativas à medida que envelhecem?



Diante deste cenário de crescimento da população idosa, faz-se necessário estudar, discutir e planejar ações que visam o reconhecimento dos direitos humanos das pessoas mais velhas e dos princípios de autonomia, independência, participação, dignidade, assistência e auto-realização. Segundo Maria Lima, fisioterapeuta e especialista em gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, “é preciso desfazer as percepções estereotipadas sobre o envelhecimento, pois limitam os pensamentos e propostas para desenvolver ações voltadas para atender o público idoso, tanto no âmbito coletivo ou individual”. 



Com o objetivo de ampliar a percepção sobre as questões relativas ao envelhecimento, a Unidade de Envelhecimento e Curso de Vida da Organização Mundial da Saúde (OMS) desenvolveu um documento sobre a política do Envelhecimento Ativo para embasar a formulação de políticas mais efetivas voltadas à população idosa. Aplicado tanto a nível individual quanto a grupos populacionais, o Envelhecimento Ativo busca melhorar a qualidade de vida à medida que se envelhece, aumentando a expectativa de uma vida saudável.



Um estudo realizado nos Estados Unidos pelo Centro de Estudos do Alzheimer da Kansa’s University revela, ainda, outros aspectos da relação entre o ambiente construído das cidades e envelhecimento. Relacionando o potencial de “caminhabilidade” com a melhora na cognição e o rejuvenescimento da mente, o estudo verificou que os idosos que viviam em regiões da cidade com mais densidade, conexões entre ruas e opções de destinos para chegar a pé se saiam melhor nos testes cognitivos e estavam menos propensos às formas mais agudas de demência. Isso significa que, além dos benefícios relacionados à saúde física da população idosa, envelhecer ativamente também contribui positivamente para a memória.



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