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LabTrans: Além de salvar vidas, vias de baixa velocidade promovem qualidade de vida







Data:

01/03/2016

Fonte:

labtrans.ufsc.br

Fonte da imagem:

Recorte digital de labtrans.ufsc.br

TAGs:

trânsito, transportes, OMS, velocidade, Perkons, acidentes

Editoria:

Pedestres


Atualização: 01/03/2016



 

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Com a diminuição de acidentes, população se sente segura para ocupar as ruas a pé



Perkons | por Beatriz Souza



Lançado em 2015 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), relatório revela que os pedestres correspondem a 22% das mortes anuais ocorridas em acidentes de trânsito no mundo. Por vezes reflexo da imprudência do condutor, o excesso de velocidade pode tanto agravar quanto determinar ocorrências deste caráter. Além da postura do motorista – essencial para vias seguras - algumas medidas também podem corroborar para que as estatísticas sejam abrandadas.



Neste contexto, o diretor e especialista em trânsito da Perkons, Luiz Gustavo Campos, aponta a redução e o controle de velocidade como ferramentas ideais para retrair os altos índices de acidentes que tem o pedestre como vítima, reforçando que melhorias nas calçadas, ciclovias e passarelas devem ser implantadas como medidas complementares. “Essa mudança é necessária onde há grande fluxo de veículos, ciclistas e pedestres, e onde os conflitos acontecem com mais frequência”, frisa.



Para que a adoção de vias calmas seja, de fato, respeitada pelos cidadãos e gere resultados satisfatórios, é preciso haver investimentos tanto em fiscalização, quanto em campanhas que esclareçam os benefícios da medida. “É necessário promover a educação no trânsito para que exista uma convivência respeitosa e harmoniosa entre o motorizado e o não motorizado, condição essencial para uma melhor mobilidade”, associa.



Adeptas da redução da velocidade em vias estratégicas, Londres e Nova Iorque destacam-se pelos resultados e servem de inspiração quando o assunto é a humanização do trânsito. Em Londres, por exemplo, a implantação do limite de 20 milhas por hora (32km/h) foi suficiente para que a capital, em pouco tempo, reduzisse os índices de acidente em 41%. Já em Nova Iorque, a redução da velocidade em vias próximas àquelas com mais fluxo, além da readequação da área de pedestres, resultou em uma queda de 63% no número de feridos em acidentes derivados das altas velocidades.



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