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Mobilize: Ônibus a gás, o substituto não poluente do diesel no Brasil







Data:

22/03/2016

Fonte:

Mobilize

Fonte da imagem:

Recorte digital de mobilize.org.br

TAGs:

ônibus, gás natural, transporte público, sustentabilidade, tecnologia diesel, biogás, transportes

Editoria:

Combustível


Atualização: 22/03/2016



 

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O gás natural fóssil é alternativa sustentável e ambiental ao diesel veicular fóssil no transporte público? Parece contraditório, mas não é. 



No transporte público e de cargas, o gás natural tem impacto ambiental local reduzido, ruído interno e externo baixos, ampla disponibilidade e custo competitivo com a tecnologia diesel; em que pesem as emissões de CO2 (dióxido de carbono) de origem fóssil quando do uso do gás natural nos motores a combustão. 



Esse último detalhe - emissão de CO2 - não se aplica entretanto ao biogás, o metano oriundo de biomassa (biometano); os motores que queimam gás natural veicular (GNV) fóssil podem queimar indiferentemente o biometano purificado de qualidade certificada, 100% renovável, produzido a partir de dejetos e resíduos orgânicos domésticos, industriais e agropecuários. Quer dizer, o biometano produzido do biogás renovável tem como propriedade zerar as emissões de gases do efeito estufa (CO2 fóssil) do GNV.



O GNV é visto na ciência climática como uma alternativa veicular parcialmente sustentável, de transição, por reduzir em apenas alguns pontos percentuais as emissões de CO2 fóssil, comparado ao concorrente diesel. Mas, do ponto de vista do controle da poluição tóxica local, por material particulado fino cancerígeno (MP2,5), e pelos óxidos de nitrogênio (NOx) precursores do ozônio - abundantes nas emissões do diesel - o GNV é considerado pela ciência ambiental como uma alternativa bem menos desfavorável à qualidade do ar e à saúde pública. 



Nunca é demais lembrar, que, de acordo com os estudos recentes publicados pelo Instituto Saúde e Sustentabilidade,  só na Região Metropolitana de São Paulo, são cerca de oito mil mortes prematuras anuais devido às altas concentrações deste poluente. No estado de São Paulo, cerca de vinte mil.



Vale ter em mente que os biocombustíveis líquidos, como o biodiesel, por exemplo, e até o etanol de origem vegetal, também apresentam emissões fósseis em quantidades variáveis, se for considerado seu ciclo de vida. E nem por isso são descartados na estratégia global de controle ambiental. Muito pelo contrário: desde que tenham sua qualidade e especificações físico-químicas certificadas e, garantidamente, não prejudiquem os motores dos veículos, os biocombustíveis líquidos, assim como o biometano, tem um papel fundamental na redução dos impactos do setor de transportes, diminuindo as emissões tóxicas e climáticas em percentuais relevantes.



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