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Mobilize | Envelhecimento Ativo: pensando cidades para idosos







Data:

30/03/2016

Fonte:

Mobilize

Fonte da imagem:

Recorte digital de mobilize.org.br

TAGs:

cidades, idosos, mobilidade reduzida, transportes, calçadas, infraestrutura

Editoria:

Acessibilidade


Atualização: 30/03/2016



 

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Estima-se que em 2025 o Brasil terá a sexta maior população de idosos do mundo. E devemos levar em conta essa projeção para repensar nossas cidades, considerando o processo de envelhecimento como fator que leva a perda da capacidade de adaptação do indivíduo ao seu ambiente. Como já sabemos, o declínio da função da pessoa idosa tende aumentar com o tempo. Como nossas cidades podem, então, incentivar as pessoas a permanecerem independentes e ativas à medida que envelhecem?



Diante deste cenário de crescimento da população idosa, faz-se necessário estudar, discutir e planejar ações que visam o reconhecimento dos direitos humanos das pessoas mais velhas e dos princípios de autonomia, independência, participação, dignidade, assistência e auto-realização. Segundo Maria Lima, fisioterapeuta e especialista em gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, “é preciso desfazer as percepções estereotipadas sobre o envelhecimento, pois limitam os pensamentos e propostas para desenvolver ações voltadas para atender o público idoso, tanto no âmbito coletivo ou individual”.  



Com o objetivo de ampliar a percepção sobre as questões relativas ao envelhecimento, a Unidade de Envelhecimento e Curso de Vida da Organização Mundial da Saúde (OMS) desenvolveu um documento sobre a política do Envelhecimento Ativo para embasar a formulação de políticas mais efetivas voltadas à população idosa. Aplicado tanto a nível individual quanto a grupos populacionais, o Envelhecimento Ativo busca melhorar a qualidade de vida à medida que se envelhece, aumentando a expectativa de uma vida saudável.



Programas e ações baseados no Envelhecimento Ativo precisam promover tanto a melhoria da saúde mental e relações sociais, como também as condições físicas e de saúde para manter a autonomia e independência das pessoas que envelhecem. Com uma abordagem baseada em direitos, o reconhecimento dos mais velhos à igualdade de oportunidades e tratamento em todos os aspectos da vida deve considerar uma população idosa ativa. Para isso, nossas cidades devem oferecer todas as condições necessárias para que o envelhecimento não seja um empecilho ao desenvolvimento de atividade física ou à participação contínua nas atividades sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis, inclusive entre pessoas mais frágeis, fisicamente incapacitadas ou que requerem cuidados. 



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