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ND | Especialistas questionam uso do transporte marítimo em Florianópolis







Data:

14/04/2016

Fonte:

Notícias do Dia | ND Online

Fonte da imagem:

Recorte digital de ndonline.com.br

TAGs:

transporte marítimo, transporte coletivo, transporte noturno, Plamus, ônibus, Florianópolis,

Editoria:

Mobilidade Urbana


Atualização: 14/04/2016



 

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Investir em transporte marítimo ainda é algo caro, se comparado aos ônibus



Essa reportagem faz parte de um caderno especial produzido pelo Jornal Notícias do Dia em comemoração aos seus 10 anos. Durante dez meses serão publicados cadernos com tema específicos, o escolhido para este mês é mobilidade urbana". Para ler o caderno na íntegra, basta acessar a versão digital do ND.



As águas calmas da Lagoa da Conceição são cruzadas a barco por dezenas de moradores diariamente e representam a única opção viável para transporte de quem mora na margem oeste desse recanto natural, onde fica o bairro Costa da Lagoa. Se não for por água, a alternativa é encarar uma trilha a pé por aproximadamente oito quilômetros.



O trajeto de barco é realizado por duas empresas diferentes e parte de dois pontos: do Rio Vermelho, pela Coopercosta, e da margem direita da Lagoa, próximo à ponte da Avenida das Rendeiras, pela Cooperbarco. Somente por essa última empresa, nove barcos levam mensalmente cerca de cinco mil pessoas, entre trabalhadores e estudantes. Ainda há os turistas, que também apreciam o trajeto, que pode chegar até 15 mil na alta temporada.



Embora Florianópolis esteja rodeada por água, este é o único serviço de transporte aquaviário oferecido na Ilha e, volta e meia, é apontado por moradores como uma possível solução para caos da mobilidade urbana. É o caso do diretor da Coperbarco, Ailton José Goes: "seria a melhor coisa para Florianópolis", opina. "Ligar o pessoal do Continente à Ilha, ou do Centro ao Norte e Sul, seria bem mais rápido. Mas precisaria de mais investimento. Aqui mesmo, o preço está defasado e se não fosse uma ajuda que a prefeitura nos dá, não daria nem para pagar as despesas com o óleo do barco", completa.



"Para a mobilidade, não existe solução"



O consultor Rodolfo Guidi afirma que para a mobilidade não existe solução e que as cidades que têm um transporte mais evoluído estão sempre se movimentando. Segundo ele, para evoluir essa questão em Florianópolis e criar uma cidade mais amigável para as pessoas, o ideal seria priorizar ao transporte coletivo. "Florianópolis não tem faixa, nem corredor exclusivo para ônibus. Então temos que dar prioridade para os ônibus conseguirem cumprir o tempo de viagem e unir as integrações. Favorecer o transporte coletivo nas vias e não disputar com os carros. A segunda questão, mas de urbanismo, é a segurança, seja em cruzamentos, calçadas, caminhadas, iluminação. Hoje, a pessoa tem medo de ficar no ponto de ônibus à noite. E é a asegurança que vai fazer com que essa pessoa possa desembarcar e se sentir tranquila em caminhar na rua", considera.



Custo seria maior que transporte coletivo



Guidi explica que o barco do tipo catamarã seria ideal para o percurso, já que exige menos profundidade, não balança e tem mais velocidade comercial. No entanto, um único barco tem o custo de quase dois ônibus articulados, o que torna esse tipo de transporte mais inviável financeiramente. "Ainda levando em conta a quantidade de uma tripulação que tem que ter dentro de um barco, o salário de um marinheiro de proa, um auxiliar. Do outro lado, você tem um motorista e um cobrador. O consumo de um motor de barco é muito maior que o de um motor de ônibus. O estudo que fizemos mostra que esse transporte sairia entre R$ 12 e R$ 16 reais a tarifa, enquanto que o ônibus custa R$ 3,50 e pega na porta de casa", acrescenta.



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