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Para melhorar a mobilidade urbana, Governo do Estado e prefeituras da Grande Florianópolis firmam Pacto Metropolitano







Data:

19/04/2016

Fonte:

Governo de Santa Catarina

Fonte da imagem:

Recorte digital de sc.gov.br

TAGs:

Florianópolis, Pacto Metropolitano, Plamus, Suderf, Grande Florianópolis, transportes, BRT, ciclovia

Editoria:

Mobilidade Urbana


Atualização: 19/04/2016



 

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O compromisso de estabelecer ações conjuntas para melhorar a mobilidade na Grande Florianópolis foi firmado entre os municípios da região e o Governo do Estado nesta segunda-feira, 18, em Florianópolis por meio do Pacto Metropolitano. A solenidade teve a participação do secretário de Estado do Planejamento, Murilo Flores; do superintendente da Região Metropolitana da Grande Florianópolis, Cássio Taniguchi; e de representantes de prefeituras que integram a região.



Prefeitos de Antônio Carlos, Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz e São José assinaram o convênio de cooperação interfederativo que implantará o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis (Plamus), estudo realizado em 2014 e 2015 pelo Governo do Estado em conjunto com os municípios, com apoio técnico e financeiro do BNDES.



“Esse é um passo muito importante para que a superintendência, que já tem um respaldo da lei estadual e do Estatuto da Metrópole, possa ter o reconhecimento dos prefeitos e das câmaras de vereadores de que a Suderf exercerá um papel de coordenação, de aglutinação dos diferentes municípios que compõem a Grande Florianópolis. Então é um passo muito importante, não é apenas a assinatura de um papel, mas de um processo que vai crescendo e que vai fazer uma profunda transformação na região metropolitana ”, afirmou o secretário de Estado do Planejamento, Murilo Flores.



De acordo com o Plamus, para melhorar a mobilidade urbana da região, deve-se dar prioridade ao transporte público coletivo, aos pedestres e ciclistas. O plano recomenda a implantação do sistema BRT (Bus Rapid Transit) em 87 quilômetros com investimento previsto de R$ 1,4 bilhão.



“O BRT é uma forma que nós encontramos, e isso está dentro do Plamus, de fazermos a integração metropolitana através da implantação do que nós chamamos do H em uma primeira etapa. Esse H compreende a BR-101, via expressa, as duas pontes, o anel de contorno do Morro da Cruz, a mais a SC-401 e a SC-405. A ideia é implantar isso o mais cedo possível, até 2018 o trecho que compreende São José ao centro de Florianópolis, com integração tarifária”, destacou o superintendente da Região Metropolitana da Grande Florianópolis.



A primeira etapa do BRT será implantada no trecho de sete quilômetros que compreende os km 0,00 e 5,50 da BR-282 (Via Expressa de Acesso a Florianópolis) em São José até o terminal do Centro de Florianópolis, com custo de R$ 150 milhões. A estimativa é que o ônibus leve 15 minutos para realizar o trajeto enquanto hoje gasta-se, em média, 40 minutos nos horários de pico.



Os projetos e modelagens da infraestrutura dos corredores de ônibus do BRT, estações e tecnologia da informação estão em fase de elaboração até o final de maio. A etapa seguinte é a realização de audiências públicas para avaliar os projetos propostos e lançar concorrência pública de parceria público privada administrativa, ou seja, o parceiro privado será remunerado pelos recursos públicos orçamentários, após a entrega do contratado.



O Pacto Metropolitano prevê ainda medidas de curto prazo, como licitação de serviço de guincho e integração dos órgãos de gestão de trânsito nos níveis federal, estadual e municipal para dar respostas rápidas a incidentes na região metropolitana, melhorias na sinalização e eliminação dos entrelaçamentos nas pontes, além de implantação de terceiras faixas na via expressa, melhorias na geometria dos acessos e integração da operação com as pontes.



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