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DC | Digitar no trânsito pode ser tão perigoso quanto beber, alerta neurocientista americano







Data:

20/04/2016

Fonte:

Diário Catarinense

Fonte da imagem:

Recorte digital de dc.clicrbs.com.br

TAGs:

tecnologia, celular, direção, beber e dirigir, segurança viária, carros

Editoria:

Trânsito


Atualização: 20/04/2016



 

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Professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, David Strayer dedica sua carreira a estudar as funções cognitivas, especialmente a atenção. Há mais de uma década, com diversas pesquisas, ele vem provando que motoristas que usam o celular —ou até mesmo tecnologias por comando de voz — correm os mesmos riscos de quem bebe e dirige. 



Deveríamos enfrentar a questão das tecnologias dentro do carro como enfrentamos o álcool e as drogas? 



Uma maneira de olhar para essa questão é analisando o risco de acidentes. Sabemos que digitar mensagens de texto traz um risco maior do que dirigir sob a influência de álcool permitida por lei (nos Estados Unidos é permitido dirigir com teor alcoólico no sangue abaixo de 0,8%). Então a lógica é: se você vai proibir que as pessoas bebam e dirijam, teria que proibir outras coisas que são igualmente perigosas como digitar no smartphone. As nossas pequisas também sugerem que falar ao celular está no mesmo patamar de alguém que bebeu. Esse é um dos motivos pelos quais nos Estados Unidos um grande número de ativistas da causa querem acabar com o uso do celular dentro dos carros. O Conselho Nacional de Segurança do Transporte (em inglês, National Transportation Safety Board, uma organização do governo que investiga causas de acidentes aéreos, terrestres e marítimos) já recomenda que as pessoas não usem o celular enquanto dirigem, mas isso é preciso de leis mais duras. O que acontece é que nos Estados Unidos, e provavelmente em outros lugares do mundo, os carros estão sendo equipados com tecnologias que fazem o que um smartphone pode fazer, o que inclui postar e interagir com redes sociais, falar e navegar na internet. Além disso as telas dentro dos carros estão ficando cada vez maiores. Alguns automóveis também tem comando por gestos e botões gigantescos, então, estão cada vez mais parecidos com naves espaciais em termos de complexidade tecnológica. Nós compramos um modelo 2016 da Honda para fazer nossos testes, e os técnicos precisaram de horas para simplesmente aprenderem como funciona o sistema eletrônico. Estamos vendo que cada vez mais equipamentos estão sendo inseridos nos carros, que sobrecarregam os motoristas, e isso não vai tornar nossas vias mais seguras.



Campanha Parada Celular 2013





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