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Data:

18/05/2016

Fonte:

ÉPOCA GLOBO

Fonte da imagem:

Recorte digital de epoca.globo.com

TAGs:

obras, transporte público, mobilidade urbana, Rio de Janeiro

Editoria:

Infraestrutura


Atualização: 18/05/2016



 

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Obras de infraestrutura e mobilidade urbana estão proporcionando mudanças profundas na rotina carioca. A integração entre diferentes modais e a construção de novas vias de acesso são alguns dos principais destaques dessa nova era



O Rio de Janeiro é, literalmente, uma megacidade. Aproximando- se dos 12 milhões de habitantes, o município integra a seleta lista de maiores áreas urbanas habitadas do planeta, elaborada pela ONU (Organização das Nações Unidas). Como em toda grande metrópole que experimentou um crescimento desordenado, a frágil estrutura de transporte público, o aumento da frota automobilística e a falta de modernização das vias complicaram muito o processo de locomoção das pessoas. Eleito em 2009 como cidade sede dos Jogos Olímpicos 2016, o Rio de Janeiro tem vivenciado profundas transformações devido às obras implantadas para receber a competição.



Em uma cidade que se estende para além dos seus limites, onde mais de 1 milhão de pessoas se deslocam entre diferentes municípios para trabalhar ou estudar (segundo o estudo Arranjos Populacionais e Concentrações Urbanas do Brasil, elaborado pelo IBGE), a questão da mobilidade urbana mostrava-se uma pauta urgente. “Todos os investimentos ocorridos nesse período eram necessários e planejados. As melhorias são para a cidade, mas também servirão aos Jogos. Trata-se de uma integração importante, capaz de oferecer mudanças efetivas para a mobilidade das pessoas no Rio”, ressalta Gustavo Guerra, presidente da Odebrecht Mobilidade. A Odebrecht participa efetivamente dessa mudança graças a investimentos de PPP (Parceria Público-Privada), iniciativa que permitiu o financiamento de 60% dos custos dos Jogos Olímpicos, atuando como investidora, construtora e operadora.



Uma das principais apostas da empresa foi investir em projetos de valorização do planejamento urbano, capazes de integrar diferentes tipos de meio de transporte; entre eles estão a SuperVia, o Metrô, o VLT e o BRT. “É preciso desenvolver projetos de integração pensados para uma metrópole e não apenas para as necessidades individuais de cada município. Mudar esse ponto de vista é uma evolução fundamental para que se possa oferecer um serviço de qualidade e com tarifas mais justas”, diz Gustavo Guerra.



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