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Mobilize | Mobilidade Urbana em Bogotá com a volta de Peñalosa







Data:

28/07/2016

Fonte:

Mobilize Brasil

Fonte da imagem:

Recorte digital de mobilize.org.br

TAGs:

pedestres, ciclistas, motoristas, transportes, infraestrutura, Henrique Peñalosa

Editoria:

Mobilidade Urbana


Atualização: 28/07/2016



 

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O que o economista Henrique Peñalosa poderá enfrentar para colocar nos trilhos a maior cidade da Colômbia



Após sua primeira passagem pela prefeitura de Bogotá entre 1998 e 2001, o economista Henrique Peñalosa tornou-se referência mundial em mobilidade urbana e o segundo de uma sequência de 3 prefeitos que conseguiram mudar a gestão da capital colombiana. O primeiro deles, Jaime Castro, passaria as chaves da cidade a Peñalosa com as contas em dia, índices de violência em queda e investimentos culturais em alta. O trio só se completaria com Antanas Mockus, quem concluiu as obras de mobilidade iniciadas por Peñalosa, garantindo boa parte de seu sucesso. 



A falta de um sistema de alta capacidade

O tema é pertinente pois o Trânsmilênio, principal vitrine de primeira gestão de Peñalosa, tem se mostrado insuficiente para a demanda de quase 7 milhões de habitantes da cidade, que não dispõe de um sistema de transportes de alta capacidade. A falta de fôlego do modelo sobre pneus é evidente durante os horários de pico, quando os usuários esperam mais de três composições para poder embarcar em carros lotados. Além disso outros problemas devem acompanhar a segunda gestão de Peñalosa - os índices de poluição da cidade continuam altos, e ampliar o rigoroso rodízio municipal de veículos (Pyco Y Placa), quando metade da frota particular deixa de circular cada dia nos horários de pico, traria um enorme desgaste político. 



São problemas que evidenciam a necessidade de um sistema de alta capacidade, limpo e eficiente. Reconhecido mundialmente por sua atuação na área da mobilidade (Em 2015 Peñalosa deixou cargo diretivo no ITDP - Institute for Transportation and Development Policy, para se candidatar à prefeitura); contando com o apoio federal e das elites de Bogotá, muitos apostavam que Peñalosa seria o único que poderia executar a primeira linha de metrô da cidade, uma demanda tão antiga quanto importante, e principalmente, capaz de atender às demandas da população. Os questionamentos acerca dos modelos escolhidos pelo economista, no entanto, se tornaram frequentes a partir de abril, quando este apresentou a proposta de metrô elevado. 



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