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Ciclovias de Curitiba produzirão energia a partir do movimento das bicicletas



A energia gerada será usada para sinalização das vias exclusivas às bicicletas e dos conjuntos de luzes utilizados para indicar a presença dos ciclistas a carros e ônibus que circulam pela cidade




Data:

03/08/2016

Fonte:

Juntos pela água

Fonte da imagem:

Pixabay

TAGs:

Curitiba, tecnologia, bicicleta, segurança viária

Editoria:

Ciclovias


Atualização: 03/08/2016



 

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Acordo firmado com empresa japonesa trará tecnologia para a cidade a partir da segunda metade de 2017



A partir da segunda metade de 2017, quem visitar Curitiba, no Paraná, e der uma volta de bicicleta pelas ciclovias da cidade estará contribuindo com a produção de energia do município. É que a prefeitura de Curitiba assinou um acordo com a Agência de Cooperação Internacional do Japão para trazer para a cidade uma tecnologia capaz de gerar energia a partir do movimento sobre superfícies como a de uma ciclovia. Inicialmente, a energia gerada será usada para operar a sinalização das vias exclusivas às bicicletas e dos conjuntos de luzes utilizados para indicar a presença dos ciclistas a carros e ônibus que circulam pela cidade.



O piso que gera energia também deverá incluir sensores que produzem e remetem dados, sem depender da rede elétrica, sobre os veículos que circulam em sua superfície. A informação produzida pode ser usada para refinar sistemas de sinalização e, se interligada ao sistema de trânsito da cidade, pode aumentar a segurança e otimizar o fluxo de todos que usam as ciclovias, ruas e avenidas curitibanas.



Nos Estados Unidos, por exemplo, tecnologia que usa o mesmo princípio já foi utilizada no projeto de uma pista de dança que converte os passos dos usuários em energia para iluminar a festa, enquanto na Inglaterra, ela já foi usada no projeto de calçadas, ruas e avenidas que produzem energia que volta para a rede. Embora a geração por área instalada pareça pequena – estima-se que uma placa de 50 cm por 50 cm produza, em média, 10 watts-hora -, em escala, o potencial de geração é enorme já que são muitas as superfícies que podem funcionar como geradoras de energia. É energia limpa, sustentável e sem necessidade de grandes investimentos em transmissão. Curitiba saiu na frente.



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