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Qual a influência das cidades na promoção da saúde de seus moradores?







Data:

19/08/2016

Fonte:

The City Fix Brasil

Fonte da imagem:

Recorte digital de thecityfixbrasil.com

TAGs:

cidades, saúde, mobilidade urbana, automóveis, pedestres

Editoria:

Desenvolvimento Urbano


Atualização: 19/08/2016



 

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A densidade populacional favoreceu a proliferação de epidemias por algum tempo da história. Ao menos até o século XIX, quando a ciência sobre a transmissão de doenças se estabeleceu e se estruturou no sentido da saúde pública e de medidas sanitárias. Dessa forma, os centros urbanos se tornaram vantajosos à saúde da população. No entanto, a estrutura da cidade e a cultura voltada ao carro motivou doenças intrinsecamente relacionadas ao estilo de vida urbano. Como as cidades podem favorecer ou dificultar a promoção da saúde de seus moradores? é o título do artigo divulgado no recém lançado programa USP Cidades Globais, do Instituto de Estudos Avançados (IEA).



O Programa foi lançado recentemente e apresentado com o objetivo de buscar “a qualidade de vida dos paulistanos por meio de redes de pesquisa e parcerias com a sociedade”. As atividades de pesquisa “deverão embasar políticas públicas voltadas à qualidade de vida nas grandes cidades”, diz a USP. Com isso, São Paulo ganha um programa de pesquisa que direciona esforços para entender as cidades em suas várias dimensões – mobilidade, poluição, educação, saúde, uso e ocupação do solo e lazer.



Transporte, mobilidade e atividade física



Carros diminuem a atividade física. Além de contribuírem para o isolamento social, “causam estresse e a perda de horas de descanso, lazer e trabalho, devido aos congestionamentos. Além disso, colaboram significativamente para a poluição do ar e sonora, e acidentes por automóveis provocam a morte de milhares de pessoas todos os anos”, afirma a publicação.



O resumo é que carros são prejudiciais – e sim, isso é dito muitas vezes. Ainda assim, a maneira como as cidades latino-americanas se organizaram, com a população mais pobre morando nas periferias, torna rotineiro e intenso o movimento pendular em direção aos centros. Isso, aliado à ineficiência dos transportes coletivos que alcança boa parte das cidades brasileiras, faz com que o carro particular se torne sinônimo de mobilidade e conforto. Ainda que seja para enfrentar usuais congestionamentos.



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