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Mobilize | Tarifa poderia ser reduzida a 1/4 se transporte público tivesse prioridade







Data:

31/08/2016

Fonte:

Mobilize

Fonte da imagem:

Recorte digital de mobilize.org.br

TAGs:

ônibus, tarifa, carro, transporte público, congestionamento

Editoria:

Transporte Coletivo


Atualização: 31/08/2016



 

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Para especialista, redução no transporte público poderia ser ainda maior em cidades mais congestionadas como o Rio de Janeiro, Salvador, Brasília ou Florianópolis



A criação de mecanismos para tarifar o uso do carro no meio urbano e a priorização efetiva do uso das ruas para o transporte público poderia reduzir a menos de 25% o valor das tarifas cobradas dos passageiros nas cidades brasileiras. O cálculo foi apresentado por Ailton Brasiliense, presidente da ANTP no primeiro painel do Seminário da Associação Nacional dos Tranportes Urbanos (NTU), que aconteceu terça-feira (23), em Brasília, sobre o tema "Transporte Público como Direito Social. E agora?". Brasiliense tomou como referência a cidade de São Paulo, mas em sua visão o impacto seria ainda muito maior em cidades como Rio de Janeiro e Brasília.



O especialista em transportes lembrou que em 1950, quando a cidade de São Paulo tinha cerca de 1 milhão de habitantes e havia apenas 70 mil carros circulando nas ruas, a tarifa dos bondes equivalia a R$ 1,90 - em valores de 2014 - e o tempo médio de viagem era de 10 minutos. "As pessoas saíam do trabalho, íam almoçar em casa e ainda tinham tempo para uma soneca", diz Brasiliense. Hoje a tarifa é de R$ 3,90 e o tempo de viagem médio é de 70 minutos, completou o presidente da ANTP.



Aílton Brasiliense lembrou um trabalho elaborado em 1998 pela ANTP em parceria com o Ipea, que contabilizava os impactos negativos gerados pelo uso irracional do automóvel, incluindo ocupação de espaços públicos, poluição atmosférica e doenças geradas, acidentes de trânsito e principalmente a paralisia dos veículos de transporte coletivo em meio ao caos dos congestionamentos.



O debate procurou responder aos desafios criados pela recente inclusão do Transporte Público entre os direitos sociais previstos no Artigo 6º da Constituição Federal, conforme a Emenda Constitucional 90, de 2015.



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