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Arch Daily Brasil | Índice de caminhabilidade permite avaliar ruas sob ótica do pedestre







Data:

08/09/2016

Fonte:

Arch Daily Brasil

Fonte da imagem:

Recorte digital de archdaily.com.br

TAGs:

cidades, planejamento urbano, infraestrutura, transportes, calçadas

Editoria:

Pedestres


Atualização: 08/09/2016



 

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Desde 1905 o escritor brasileiro João do Rio falava em ‘flanar’ pela cidade’. Quase 100 anos depois, o sentido de ‘flanar’ foi ressignificado, mas também trouxe um novo olhar de como podemos nos relacionar com nossa cidade. ‘Flanar’ hoje é um convite à caminhar, esbarrar, reconhecer e aprofundar-se na experiência urbana. Vivemos mesmo é na cidade, nos relacionamos com ela o dia todo, todos os dias.



“Em sua origem, a rua não era apenas uma via de acesso a um local e, sim, o próprio local. Um espaço de convivência para se estar, passar o tempo, interagir com outras pessoas. Na segunda metade do século XX o planejamento urbano focou em infraestrutura para a circulação eficiente de veículos motorizados. Tal modelo tem sido questionado já há algumas décadas, por autores como Jane Jacobs e Jan Gehl, cujos trabalhos pioneiros valorizaram o pedestre e a vida urbana”, contextualiza Danielle Hoppe, gerente de Transportes Ativos e Gestão da Demanda por Viagens do ITDP Brasil.



Na virada do século XXI, líderes visionários têm realizado transformações urbanas em diversas cidades do mundo, como Copenhagen, New York, Madrid, Paris, México e Buenos Aires. Em alguns lugares, a ‘pedestrianização’ temporária de distritos urbanos inteiros também tem sido realizada com o propósito de transformar as percepções de residentes sobre suas cidades.



A grande liberdade de movimento é um traço marcante do deslocamento dos pedestres: podem trocar de direção instantaneamente, movendo-se também para o lado e para trás. Seu deslocamento envolve ainda esforço físico e contato direto com o entorno. Sua baixa velocidade – 1,2m/s em média – acentua a interação com o espaço urbano que o circunda, fazendo com que detalhes quase imperceptíveis tenham um impacto significativo para quem está caminhando. “O alto percentual de viagens feitas a pé nas cidade brasileiras comprova a importância de planejar as nossas cidades também para os pedestres”, explica Danielle Hoppe.



De acordo com a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), 36% da população se desloca a pé até os seus destinos nas cidades brasileiras, enquanto 31% utiliza o transporte individual motorizado e 29%, o transporte público. “Consequentemente, uma parcela muito significativa dos usuários de transporte público acessam pontos e estações de transporte público a pé”, ressalta Danielle Hoppe.



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