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The City Fix Brasil | As pessoas são menos sociáveis em áreas com alto tráfego de veículos







Data:

16/09/2016

Fonte:

The City Fix Brasil

Fonte da imagem:

Recorte digital de thecityfixbrasil.com

TAGs:

pessoas, veículos, cidades

Editoria:

Trânsito


Atualização: 16/09/2016



 

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Morar em uma rua com movimento pode passar uma ideia positiva de lugar adequado para viver, com maior segurança e proximidade aos serviços básicos de que necessitamos mais frequentemente. Porém, essa impressão pode mudar completamente dependendo do tipo de movimento que estamos falando, o de pessoas ou o de veículos. Em paralelo ao advento do carro vimos surgir o conflito entre o tráfego de veículos e a habitabilidade das áreas. Através de muitas pesquisas, foi identificado que o trânsito em ruas residenciais é uma questão subjacente por trás da baixa qualidade de habitabilidade (ou livability).



Em 1969, o urbanista britânico Donald Appleyard realizou diversos estudos para descobrir se as ruas com maior fluxo de veículos e um bom nível de habitabilidade poderiam coexistir. Na sua análise, Appleyard examina três diferentes ruas de São Francisco, na Califórnia, escolhidas por serem idênticas em todos os aspectos, exceto um: a quantidade de tráfego. O estudo foi capaz de mostrar que apenas a mera presença dos carros, com suas implicações, como a ameaça à segurança, o barulho e a poluição, já prejudica a qualidade de vida nos bairros.



Em seus estudos, Appleyard perseguia seu forte interesse pelos efeitos sociais do trânsito no contexto de um bairro ou comunidade. “Pessoas sempre viveram nas ruas. Elas são os lugares onde as crianças primeiro aprendem sobre o mundo, onde vizinhos se encontram, os centros sociais das cidades. As ruas sempre foram o cenário desse conflito, entre habitar e acessar, entre residir e viajar”, disse Appleyard.



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