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Portal Trânsito Dinâmico | Brasil tem 2,5 milhões de casos de invalidez permanente em sete anos







Data:

29/09/2016

Fonte:

Portal Trânsito Dinâmico

Fonte da imagem:

Recorte digital de transitodinamico.com.br

TAGs:

violência no trânsito, DPVAT, PRF

Editoria:

Trânsito


Atualização: 29/09/2016



 

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​A violência no trânsito brasileiro tem números alarmantes. Um deles refere-se às sequelas que são deixadas para toda uma vida: mais de 2,5 milhões de pessoas ficaram permanentemente inválidas em razão de acidentes registrados no Brasil ao longo de sete anos. Isso equivale, aproximadamente, à população de Belo Horizonte (MG) ou de Fortaleza (CE), por exemplo. O número foi levantado pela Seguradora Líder, que administra o DPVAT, seguro obrigatório do trânsito, e contabiliza as indenizações pagas por invalidez permanente entre 2008 e 2015. A invalidez é considerada permanente quando a funcionalidade do órgão ou membro é afetada integralmente ou em parte.



Os mais jovens correspondem à maior parte das vítimas: 52%, ou seja, 1,3 milhão de pessoas tinham entre 18 e 34 anos. Além disso, o recorte por sexo, feito desde 2011, aponta que de 75% a 78% dos indenizados em razão de invalidez permanente são do sexo masculino.



O impacto desses números é expressivo e recai sobre as famílias das vítimas, a seguridade social (saúde, previdência e assistência) e a economia do país. Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e da PRF (Polícia Rodoviária Federal) sobre o custo social de todos os acidentes de trânsito aponta que o Brasil perde, anualmente, de R$ 40 bilhões a R$ 50 bilhões em razão da violência no trânsito. Conforme o levantamento, 41% desse montante corresponde à perda de produção. “Por exemplo, uma pessoa jovem, que vem a falecer ou que fica afastada em razão de lesões graves, o quanto ela deixa de produzir para a expectativa de vida dela ou naquele período de afastamento”, esclarece o pesquisador do Ipea, Carlos Henrique Ribeiro Carvalho.



Já para as famílias, o resultado, na maioria das vezes, é o empobrecimento. Carvalho explica: “eles tinham uma renda mensal com a atividade daquela pessoa. Depois do acidente, se a pessoa morre ou fica afastada do trabalho, mesmo tendo acesso programas de proteção social, percebemos que a renda cai. Ou seja, além do trauma emocional, tem o impacto financeiro. Muitas vezes você tem outros membros que não tinham a responsabilidade pelo sustento daquele núcleo e que passam a ter”.



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