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Vá de Bike | Redução de velocidade não protege apenas pedestres e ciclistas, mas também os motoristas







Data:

02/11/2016

Fonte:

Vá de Bike

Fonte da imagem:

Recorte digital de vadebike.org

TAGs:

velocidade, segurança viária, congestionamentos, motoristas, ciclistas, pedestres

Editoria:

Trânsito


Atualização: 02/11/2016



 

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Quando a gente explica que reduzir limites de velocidade nas vias urbanas protege as vidas de pedestres e ciclistas, é comum ouvir algo do tipo “ah, mas na via tal não é pra ter pedestre mesmo, os motoristas não podem pagar pela imprudência de quem resolve entrar ali”. Pensando dessa forma, faz sentido manter alto o limite de velocidade, né? Na verdade, não. E nem precisamos chegar a debater se perder a vida é uma punição justa para quem invade um espaço onde não deveria estar.



Além de ajudar na redução de congestionamentos, um limite de velocidade mais baixo pode significar a diferença entre a vida ou a morte (ou sequelas graves e permanentes) de motoristas e passageiros dos automóveis também. Não só pelo aumento no tempo de reação de quem dirige (o que por si só diminui a quantidade de atropelamentos e de colisões com outros carros), mas pela redução dos efeitos de possíveis impactos. Isso fica claro no teste abaixo:



 



Destreza versus surpresa

A questão do limite de velocidade não está relacionada à destreza do motorista ou às suas qualidades como piloto, mas ao tempo de reação e à distância que o veículo percorre até parar. Quanto maior a velocidade, mais tempo para conseguir parar o carro, por mais rápido que o motorista reaja. Se um carro surgir saindo inadvertidamente de uma rua ou se um pedestre começar a travessia sem perceber que um carro vem ao longe, para ficarmos em apenas dois exemplos, pode não haver espaço suficiente para o motorista frear a tempo.



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