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Arch Daily Brasil | A bicicleta como uma aliada no acesso ao transporte coletivo







Data:

07/11/2016

Fonte:

Arch Daily Brasil

Fonte da imagem:

Recorte digital de archdaily.com.br

TAGs:

bicicleta, ciclistas, transporte coletivo

Editoria:

Transportes


Atualização: 07/11/2016



 

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O acesso a um sistema de transporte público coletivo de qualidade pode transformar vidas. Sistemas de transporte de média e alta capacidade têm sido a forma mais utilizada para comportar os deslocamentos de grandes distâncias nas cidades, seja para trabalho ou lazer. No entanto, esses sistemas não são apropriados para deslocamentos mais curtos, além de não fornecerem serviços de porta-a-porta. Os deslocamentos em cidades grandes precisam ser vistos em cadeia, com integração intermodal, nos quais o transporte de público cumpre parte dos trechos. Assegurar que todos tenham acesso a sistemas completos de transporte, com integração efetiva, é uma tarefa fundamental para tornar as cidades mais conectadas, justas e sustentáveis.



A avaliação do acesso aos sistemas de transporte é uma tarefa complexa que exige entendimento sobre o território por onde os corredores de transporte passam, assim como o entorno das estações. É fundamental entender os pontos de origem e destino das viagens da população, e a relação destes pontos com a rede de transportes. Entendendo a importância desse tipo de informação no âmbito do planejamento das cidades, o ITDP vem monitorando o número de pessoas nas cidades que vivem próximas do sistema transporte estruturante por meio de um indicador denominado PNT, sigla para o termo original em inglês People Near Transit. O indicador PNT aponta o percentual da população do município ou cidade metropolitana que reside em um raio de até 1km de estações de transportes de média e alta capacidade. Consideramos 1 km por ser uma distância que pode ser percorrida a pé por uma grande parcela da população em 15 minutos. O objetivo do ITDP ao monitorar o PNT é gerar métricas que possam facilmente ser utilizadas para fins comparativos entre cidades e para acompanhar a evolução da expansão das infraestruturas de transporte, assim como do adensamento populacional nos perímetros urbanos, em áreas com infraestrutura existente.



Nos últimos anos, observamos que algumas cidades brasileiras têm obtido progressos com seus programas de expansão e qualificação dos sistemas de metrô, trens urbanos, BRT (Bus Rapid Transit) e VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). No Rio de Janeiro, por exemplo, aproximadamente 36% da população da cidade vivia, em 2010, no entorno de 1km das linhas de metrô e trens. Em 2015, com a implementação dos BRTs TransOeste e TransCarioca, esse número aumentou 11 pontos percentuais, passando para 47% do total da população. Isso significa a cobertura de quase 3 milhões de pessoas pelo sistema de média e alta capacidade. Ainda assim, apesar do aumento, 53% da população na cidade do Rio não tem acesso a esse sistema, número que é ainda menor quando falamos de sua Região Metropolitana, onde 72% não se encontra nas proximidades do sistema de transporte estruturante.



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