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Arch Daily Brasil | As 7 causas mais comuns de congestão viária e as estratégias (exitosas) para enfrentá-la







Data:

21/11/2016

Fonte:

Arch Daily Brasil

Fonte da imagem:

Recorte digital de archdaily.com.br

TAGs:

congestionamentos, cidades, tráfego, automóveis

Editoria:

Trânsito


Atualização: 21/11/2016



 

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As horas que anualmente se perdem nos congestionamentos de trânsito (ou semáforos) é cada vez maior em diferentes cidades do mundo, e não só nos Estados Unidos como poderia se imaginar.



De fato, em Estambul os motoristas perdem 110 horas por ano simplesmente por conta do trânsito das vias, e nas nove cidades mais congestionadas dos Estados Unidos, são cerca de 42 horas, segundo o Índice de Tráfego TomTom.



Este problema não surgiu do nada, trata-se de uma consequência do desenho que, durante as últimas décadas, foi privilegiado nas cidades e que foi centrado no automóvel, com mais projetos para aumentar sua infraestrutura penando que, assim, criaria-se uma solução para tal questão.



Apesar disso, há cidades que decidiram de fato enfrentar esse problema, mas com uma solução que responde a outro foco, colocando em primeiro lugar a mobilidade sustentável. Para conhece-la, o centro de soluções de Transporte de Xerox  escolheu quais são as sete causas mais comuns do congestionamento viário e como diferentes cidades desenvolveram diversos projetos como resposta a estas (e com resultados positivos).



Causa Nº 1: A capacidade viária está sobrecarregada

As ruas foram projetadas para receber uma capacidade de automóveis em particular, mas quando ela é excedida, colapsam.



Em Singapura, decidiram que implementariam duas medidas para desincentivar o uso de automóveis. Primeiro, investir em transporte público e, em segundo lugar, aplicar uma tarifação viária.



Sobre a primeira, o que fez-se foi aumentar o número de serviços em diferentes meios (ônibus, metrô e transporte marítimo), enquanto a segunda medida consistiu em estabelecer impostos, não só para ingressar ao centro, mas em várias de suas avenidas principais.



Como resultado, 48% das viagens realizadas na cidade são feitas utilizando transporte público e a propriedade de automóveis caiu para a taxa de 0,18 per capita.



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