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The City Fix Brasil | Aumenta o número de empresas que adotam o home office como prática no Brasil







Data:

22/11/2016

Fonte:

The City Fix Brasil

Fonte da imagem:

Recorte digital de thecityfixbrasil.com

TAGs:

transportes, empresas, home office, mobilidade urbana

Editoria:

Trânsito


Atualização: 22/11/2016



 

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Para muitas empresas, as políticas de home office tornaram-se uma opção bem cotada. Além de gerar economia em estrutura, a medida também beneficia os funcionários, que perdem menos tempo nos deslocamentos casa-trabalho, e o meio ambiente, com a redução das emissões a partir da não realização desses deslocamentos. A flexibilização da carga horária é um dos fatores que impulsiona esse movimento, e as empresas percebem o aumento na produtividade ao oferecer um ambiente de trabalho mais flexível aos funcionários.



A edição de 2016 da pesquisa Home Office Brasil dá indícios desse novo comportamento corporativo. Feita com 325 empresas de diferentes segmentos e portes, de diversas regiões do país, mostra um aumento de 50% no número de empresas que estão implantando a prática, 15% de aumento no número de empresas que estão estudando a implantação e 28% de aumento na formalização da medida. O estudo foi conduzido pela SAP Consultoria e teve o apoio institucional da SOBRATT (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades) e o patrocínio da GCONTT (Grupo de Consultoria em Teletrabalho).



No Brasil, 68% das empresas adotam alguma a prática de teletrabalho, sendo 55% a modalidade de home office. Dentre as empresas participantes da pesquisa, cinco em cada treze adotam a prática (37%), e um em cada treze funcionários trabalham nessa modalidade (7%). Além disso, 93% das empresas consultadas eram do setor privado, 85% delas localizadas na Região Sudeste.



Conforme indicado pela pequisa, os cinco principais objetivos das empresas que adotam políticas de home office estão ligados ao bem-estar dos funcionários, à mobilidade e à produtividade:



– Ajudar os empregados a atingir um melhor equilíbrio entre vida e trabalho (67%)

– Promover a flexibilidade no ambiente de trabalho (66%)

– Resolução de problemas com tempo de locomoção até o trabalho (58%)

– Mobilidade urbana (53%)

– Estimular a ênfase na gestão por resultados (48%)



Vale ressaltar que, para as empresas, as maiores dificuldades na implantação de políticas de teletrabalho são a tecnologia e a infraestrutura para permitir que o trabalho seja realizado fora do escritório, os aspectos legais do trabalho em home office e a resistência de gestores às mudanças na estrutura organizacional. Por outro lado, satisfação e engajamento de colaboradores, produtividade, retenção de talentos e diferencial para contratação são apontados como ganhos de resultado. De acordo com as empresas, a frase que melhor define o processo é “gerenciamento baseado em resultados em vez da presença física”.



Já na ótica do que é esperado do funcionário, destacam-se fatores como independência, compreensão de seu trabalho, produtividade, flexibilidade e comunicação. A performance é geralmente avaliada a partir do cumprimento de metas, do desempenho e do nível de entrega de trabalhos.



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