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The City Fix Brasil | Maior nem sempre é melhor: pistas menores tornam as cidades mais seguras







Data:

12/12/2016

Fonte:

The City Fix Brasil

Fonte da imagem:

Recorte digital de thecityfixbrasil.com

TAGs:

segurança viária, veículos, rodovias

Editoria:

Trânsito


Atualização: 12/12/2016



 

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Em Pequim e Chennai, a taxa de mortes por acidentes de trânsito é de 20-27,2 mortes em cada 100 mil habitantes. O que essas cidades têm em comum? Faixas de tráfego com extensão maior do que 3,6 metros. Uma crença de longa data entre planejadores de transporte e engenheiros é que as faixas de tráfego mais amplas asseguram um fluxo de veículos seguro e livre de congestionamento. Uma pesquisa acadêmica recente, destacada no guia O Desenho de Cidades Seguras, publicação do WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis, mostra que, na verdade, faixas mais largas são mais perigosas. A fim de analisar como cidades ao redor mundo estão acumulando exemplos contra as evidências existentes, a equipe de Saúde e Segurança Viária do WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis decidiu comparar a largura de faixas típicas com as taxas de mortalidade no trânsito em algumas cidades.



Quão larga deve ser uma pista de trânsito?

Pesquisas do WRI mostram que cidades onde a largura das pistas fica entre 2,8 e 3,25 metros, como Amsterdã, Copenhague e Tóquio, têm as menores taxas de acidentes por 100 mil habitantes. No entanto, muitas cidades, especificamente nos países em desenvolvimento, constroem suas vias com faixas mais largas e registram taxas de mortalidade mais altas (veja abaixo).



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