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The City Fix Brasil | Rodovias urbanas: apagar o fogo com gasolina?







Data:

13/12/2016

Fonte:

The City Fix Brasil

Fonte da imagem:

Recorte digital de thecityfixbrasil.com

TAGs:

rodovias, motoristas, segurança viária

Editoria:

Trânsito


Atualização: 13/12/2016



 

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A construção de mais rodovias urbanas continua em muitos lugares. Na América Latina, vemos projetos sendo desenvolvidos em Santiago (Américo Vespucio Oriente), Lima (Linha Amarela), Quito (Solución Vial Guayasamín), São Paulo (Rodoanel Mário Covas) e Cidade do México (Segundo Piso a Cuernavaca), apenas para citar alguns.



Na Colômbia, o Governo Nacional acaba de anunciar um novo programa para melhorar o acesso às áreas urbanas durante o XVIII Congresso da Câmara Colombiana de Infraestrutura. Nas palavras do presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, “nosso objetivo também é transformar o acesso às cidades. Não vale a pena economizar tempo em viagens interurbanas se esse tempo é perdido em áreas urbanas”. Com isso, o presidente se volta ao grande desafio dos congestionamentos urbanos. Construir sistemas rodoviários surpreendentes não leva a uma infraestrutura de transporte mais eficiente e melhor se, dentro do perímetro urbano, o tráfego impede a fácil navegação nas ruas da cidade.



A Colômbia possui um amplo programa de construção de estradas, que visa completar 5.803 quilômetros, ao investir quase 40 trilhões de pesos colombianos (US$ 13 bilhões). Isto não só impacta a economia e a oferta de emprego em curto prazo, mas ajuda na recuperação de décadas da conectividade nacional, ainda que com anos de atraso. A última etapa, o acesso urbano, complementa esse esforço particularmente na capital do país, Bogotá.



O acesso urbano é necessário para melhorar a logística nacional e os deslocamentos entre cidades, mas pode resultar em demanda induzida de automóveis e efeitos negativos que devem ser mitigados: congestionamentos, expansão urbana, acidentes de trânsito, poluição do ar e exclusão social.



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