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Revista Bicicleta | Mitos e verdades sobre as bicicletas no trânsito







Data:

03/01/2017

Fonte:

Revista Bicicleta

Fonte da imagem:

Recorte digital de revistabicicleta.com.br

TAGs:

ciclistas, mobilidade urbana, ciclovia, legislação

Editoria:

Bicicletas


Atualização: 03/01/2017



 

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A convivência de bicicletas, pedestres e veículos automotores no trânsito de grandes cidades brasileiras, infelizmente, não é das mais pacíficas. É comum o motorista gritar para o ciclista: "vai para a calçada". Muita gente não sabe, por exemplo, que o Código de Trânsito Brasileiro prevê o tráfego de ciclistas nas pistas. A reportagem consultou a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), a Associação dos Ciclistas de Porto Alegre (ACPA) e a Associação Pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (Mobicidade) para esclarecer o que é mito e o que é verdade quando o assunto é andar de bicicleta. Os artigos de legislação referidos nos itens estão reunidos abaixo da lista:

1. "A pista não é lugar de bicicleta" e "Lugar de bicicleta é na calçada"



É mito.



De acordo com o artigo 58 do Código de Trânsito Brasileiro, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

2. O ciclista precisa, necessariamente, utilizar a ciclovia, quando houver.



Não é mito. Está na lei, mas tem exceções.



De acordo com Pablo Weiss, membro da Associação dos Ciclistas de Porto Alegre (ACPA), é importante fazer duas ressalvas a respeito dessa afirmação. Weiss considera a obrigatoriedade de andar na ciclovia um mito, já que no artigo 58 consta que "a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento".



— Em que situação é possível utilizar? Quando tu tens uma ciclovia construída em espaço adequado, com uma calçada próxima, para que o pedestre não tenha de circular pela ciclovia. Quando há trechos sem calçada e com ciclovia, as pessoas vão caminhar na ciclovia. A obrigação de usar a ciclovia vai até certo ponto — comenta Weiss, lembrando outros fatores que tiram as condições da ciclovia como obstáculos, pontos cegos e piso escorregadio.



— Não posso sugerir às pessoas andarem pela faixa de rolamento quando há ciclovia ou ciclofaixa. Mesmo se o piso fica escorregadio, são riscos diferentes. E se há problemas na ciclovia, o ciclista não deve se arriscar por isso, e sim, reclamar ao órgão de trânsito — contrapõe Daniel Denardi, fiscal de trânsito e assessor da Gerência de Fiscalização da EPTC.



 



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